quinta-feira, 27 de março de 2008

Apreciação final do portfólio

Teresa Figueira,

No módulo I, apresenta uma reflexão a onde faz a comparação entre a formação on-line e a formação presencial, apontando algumas diferenças entre estes dois tipos de formação, considerando que a formação on-line é muito mais individual e personalizada. No entanto esta diferença não está dependente do tipo de formação, mas do modelo de ensino e aprendizagem que está subjacente à formação no contexto presencial ou no contexto on-line.

Ainda no que respeita a este módulo, apresenta alguns links de artigos pesquisados na Internet (por exemplo, o artigo sobre o “Projecto EDUCOM.TV: Formação on-line de professores numa perspectiva educomunicativa”) sobre os quais poderia ter reflectido acerca dos conteúdos abordados nos mesmos, e a contribuição destes para o desenvolvimento e construção de aprendizagens significativas. Tal aspecto deveria ser tomado em consideração para os módulos II e III, a onde também faz referência a pesquisas de informação realizadas na Internet, ou material impresso.

No módulo II, como referimos, faz menção de pesquisas de informação na Internet, não reflectindo sobre a leitura dos conteúdos abordados nessas pesquisas, bem como sobre as actividades em que participou, colaborou e interveio. A Teresa poderia ter reflectido sobre a sua participação nas diferentes actividades deste módulo, as mais-valias e dificuldades que sentiu na participação das mesmas, e o contributo destas para a construção de aprendizagens significativas.

No módulo III, apresenta igualmente pesquisas de informação que realizou, reflectindo sobre a problemática da avaliação da aprendizagem on-line, focando a participação na actividade “Criação de um exercício digital”. Nesta reflexão coloca uma questão muito pertinente: “de que forma se anula todo e qualquer vestígio de subjectividade no processo de avaliação em que estamos inseridos?”

Consideramos que esta questão não é apenas uma questão relacionada com a formação on-line, uma vez que mesmo na formação presencial, podemos observar a “Fuga” a subjectividade dos trabalhos desenvolvidos pelos formandos. Com efeito, na solicitação de um trabalho de grupo em contexto presencial, também não conseguimos “certificar” que o trabalho realmente foi desenvolvido pelos formandos.

Por esse motivo, no contexto de formação presencial ou on-line, recorre-se à realização de “Teste/exames” em que o formando in loco deve acreditar que é possuidor das aprendizagens que evidencia ou evidenciou na apresentação de um trabalho de grupo, na participação de um chat etc., recorrendo-se desta feita à avaliação sumativa.
Tendo também por base os diferentes tipos de avaliação de aprendizagem que contribuem para o formador/tutor verificar as aprendizagens que os formandos vão realizando no início, durante e no fim da formação.

Uma vez que atingiu os objectivos propostos para esta actividade, o trabalho desenvolvido tem a qualificação de 8%.

Obrigada pela colaboração e participação no desenvolvimento e construção de novas aprendizagens!

Até sempre,
Anícia e Vânia

terça-feira, 11 de março de 2008

O Módulo IV


Este trabalho implicou alguma persistência e muita, mas muita força de vontade, já que o constante esbarrar no 'ruído' comunicacional dos motores de busca nem sempre facilitou a tarefa... tantos links a sites e informações que não interessavam... tanta informação que nos aparece 'não filtrada'. Ufff!
Não foi fácil... mas espero que tenhamos atingido o objectivo e que o que apresentámos, como versão final, vá de encontro ao pretendido!
Às tantas, dei por mim a pensar nos monges copistas e nas bibliotecárias dos primórdios do século XX... e nas bibliotecas digitais do século XIX... A passagem do tempo cria ironias na História de todos nós!
Desta vez, não colocarei Bibliografias adjacentes... o próprio trabalho consistia na construção de uma...
Muito terá ficado por descobrir, mas está lançada a primeira pedra! Que o edifício se construa em muitos séculos de novas descobertas!
Agora, vou descansar...
Teresa

quinta-feira, 6 de março de 2008

Apreciação intermédia do portfólio

Teresa,

Apresenta reflexões claras sobre as actividades em que participou, colaborou e interveio no âmbito do módulo III.

Indica ainda pesquisa de informação relevante, contribuindo para o aprofundamento e exploração das temáticas abordadas nos diferentes módulos I, II e III.

Sugiro que para além de apresentar bibliografia relativa a cada uma das temáticas apresentadas em cada módulo, reflicta sobre o contributo dessas pesquisas para a consolidação de aprendizagens e realização de aprendizagens significativas.

Sugiro ainda que reflicta sobre as mais-valias e dificuldades com que se deparou na participação e colaboração das actividades em que interveio, e o contributo da participação neste curso para o contexto profissional.

Continuação de óptimas reflexões,

Anícia

domingo, 2 de março de 2008

Algumas reflexões sobre avaliação

A palavra ‘avaliação’ está na ordem do dia e, para além da polémica que causa, em muitos casos, a experiência nova pela qual estou a passar – acabei agora mesmo de criar um exercício no Hot Potatoes (nome delicioso… Batatas Quentes!) e lá tive de enviar um e-mail com uma dúvida à tutora… correu tudo bem, mas as instruções estão em Inglês! – leva-me a algumas interrogações, que, à 1ª vista, talvez esteja a transpor do contexto de formação presencial.
Neste caso, em concreto, dado que cada um de nós gere o seu tempo e trabalha em ritmos diferentes, com encontros pontuais que dependem das estratégias definidas por cada grupo, há uma questão que gostava de partilhar: de que forma se anula todo e qualquer vestígio de subjectividade no processo de avaliação em que estamos inseridos?
É claro que esta reflexão não tem qualquer ponto de contacto com o óptimo desempenho das nossas tutoras, nem com a definição de critérios atribuída ao processo de avaliação subjacente a cada módulo deste curso mas, se o futuro nos abre a perspectiva de trabalharmos como tutores / formadores de cursos a distância, como é que podemos ser 100% objectivos nas apreciações dos nossos formandos… e se a avaliação prognóstica falhar redondamente? Ou o formando fizer tudo ‘à pressa’ a 2 dias da conclusão do curso, apresentando um trabalho excelente?... Conseguimos ser só objectivos? É mais fácil ou mais difícil fazê-lo on-line?
Tenho de reflectir um pouco mais…

Referências bibliográficas_Módulo 3

Alguns livros já consultados:
Avaliação das Aprendizagens, Centro Nacional de Formação de Formadores, Referencial de Formação pedagógica Contínua de Formadores, IEFP;

E-learning: O Papel dos Sistemas de Gestão da Aprendizagem na Europa, Colecção Formação a Distância e e-learning, INOFOR

Avaliação da Formação - Glossário Anotado, Colecção Avaliação, INOFOR